quarta-feira, março 23, 2016

Sol é uma grande fonte de energia praticamente ilimitada. Ele é a estrela central de nosso sistema solar, e por mais que muitos não acreditem, nosso planeta gira ao seu redor. O astro pesa 1 milhão de vezes mais que a Terra e sua luz demora 8 minutos e 18 segundos para chegar até nós.

Se na ficção ele quem dá origem aos poderes do Superman, fazendo com que ele fique mais forte ao captar sua energia, na realidade ele pode nos dar energia elétrica em abundância, e foi o que um bairro alemão conhecido como Schlierberg fez.

Utilizando tetos solares, o bairro conseguiu se tornar autossuficiente e já produz quatro vezes mais energia do que precisa. Todas as 59 residências do vilarejo de aproximadamente 11.000 m² possuem placas fotovoltaicas instaladas em seus telhados, além de um prédio comercial chamado Sun Ship (Navio Solar, em inglês).


“Tal eficiência garante a não emissão de aproximadamente 500 toneladas de CO² na atmosfera, de acordo com dados do próprio arquiteto responsável pelo projeto”, Rolf Disch. O bairro de Schlierberg é um belo exemplo de sustentabilidade e mostrando que podemos obter energia de forma limpa e totalmente acessível.

Para completar, ainda é praticado o reuso da água, de materiais ecológicos, isolamento térmico a vácuo e um ambiente livre de carros, pois todos os carros ficam no Navio Solar.

“Schlierberg nos mostra que podemos utilizar os recursos naturais de maneira limpa e que não agride a natureza para gerar energia. A energia elétrica não pode ser gerada apenas por meio de hidrelétricas ou termelétricas, mas sim com usinas eólicas, energia solar e outros meios, mas fazer nossos governantes apoiarem tais idéias é como tirar o cabresto do burro…”

Fonte: Julian Leno/Showmetech




quarta-feira, março 23, 2016 por Unknown

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segunda-feira, março 21, 2016

Estudo do Trata Brasil analisa o saneamento nas 100 maiores cidades.
Só 36 cidades investem mais de 30% do arrecadado com água e esgoto.

A cada 10 grandes cidades brasileiras, 7 perdem 30% ou mais de toda a água tratada. É o que mostra um estudo do Instituto Trata Brasil que analisa a situação do saneamento básico nas 100 maiores cidades do país, que concentram 40% da população.

Segundo o estudo, das 100 cidades analisadas, apenas 7 perdem 15% ou menos da água faturada - índice apontado como ideal. Isso quer dizer que a água é tratada e tornada potável pelas empresas responsáveis, mas uma parte dela não é faturada por causa de vazamentos nas tubulações, ligações clandestinas e erros de medição de hidrômetros.

Perda de água
O estudo do Trata Brasil utiliza os dados mais recentes do Ministério das Cidades sobre saneamento no Brasil, que são de 2014. Além dos índices de perda de água faturada, o instituto analisa uma série de indicadores de saneamento para dar notas e fazer um ranking das 100 cidades analisadas.

A cidade com o pior índice de perdas de faturamento é Manaus, com 75%. O indicador médio é de 41,9%.

"Perder até 30% da água não é nenhuma maravilha, mas as empresas pelo menos conseguem receber o dinheiro de 70% da água tratada, o que é razoável. Agora imagina ter gastos com funcionários e com produtos químicos e ainda não conseguir receber 60%, 70% do que produziu. É um absurdo", diz Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil.

Ciclo de investimentos
Segundo Carlos, os índices de perdas de faturamento colaboram para formar um ciclo vicioso nas cidades com os maiores indicadores. Isso porque, quanto maior o índice, menor o retorno financeiro, o que diminui os investimentos na própria rede de saneamento.

Ao mesmo tempo, Carlos destaca que são esses investimentos, como trocas de redes antigas e instalação de tecnologias de rastreamento, que fazem com que o desperdício e o roubo de água diminuam. Com menos desperdício, entra mais dinheiro no caixa, e assim a cidade pode investir mais em água e esgoto.

No atual cenário das grandes cidades, porém, em que a maioria tem índices altos de perda de água, o caixa acaba comprometido. Segundo o estudo, das 100 cidades analisadas, apenas 36 investiram mais de 30% do que foi arrecadado com água e esgoto na expansão ou na melhoria dos sistemas de saneamento. Os dados são uma média dos últimos 5 anos com dados de saneamento disponíveis (2010 a 2014).

"É preocupante ver que pouco tem sido aplicado na melhoria dos serviços. Os gastos normais da empresa, com funcionários, energia e produtos, estão pesando muito. Quanto mais eficiente a empresa de abastecimento for, com poucas perdas, vai arrecadar mais e vai investir mais. Então quando você vê cidades da Região Norte, por exemplo, com arrecadação e investimento baixos é porque perde muita água. Está tudo interligado", diz Carlos.

Crescimento desigual
Por causa da forte relação entre índices de perda de água e dinheiro no caixa para investir, o presidente do instituto destaca que as melhorias em saneamento estão cada vez mais concentradas nas cidades que já estão em situação melhor - já que elas têm menos desperdícios e mais água faturada.

Assim, as 20 melhores cidades do estudo investiram juntas, em 2014, R$ 827 milhões em saneamento, com uma média de R$ 71,47 por habitante ao ano entre 2010 e 2014. Já as 20 piores cidades investiram apenas R$ 482 milhões em 2014, com uma média de R$ 28,20 por habitante ao ano entre 2010 e 2014.

"Há um abismo no país. As cidades que estão bem caminham para a universalização, mas as ruins ficam paradas. É um avanço lento e desigual", diz Carlos.

O estudo destaca que, entre 2010 e 2014, o percentual da população com água tratada nas grandes cidades passou de 92,97% para 93,27% - um aumento de apenas 0,3 pontos percentuais. Já o índice de coleta de esgoto passou de 66,84% para 70,37% - um aumento de 3,5 pontos percentuais. "É um aumento baixo e puxado exatamente pelas melhores cidades. A gente precisaria de 30 anos no mínimo para resolver o problema de coleta só nos grandes municípios", ressalta Carlos.

Há também uma concentração de investimento em nível nacional: as 100 maiores cidades investiram quase R$ 6 bilhões dos R$ 12 bilhões gastos no Brasil em saneamento em 2014. "Tudo bem que essas cidades concentram 40% da população, mas o país tem mais de 5 mil municípios para dividir esses outros R$ 6 bilhões", comenta Carlos.

O presidente ressalta que cidades maiores costumam ter mais capacidade técnica, mais recursos e mais poder político para investir em infraestrutura - mas que, exatamente por isso, já deveriam estar em uma situação melhor. "A maior parte dessas grandes cidades já investe em saneamento há bastante tempo. Tem que ter planejamento, combate feroz a ligações clandestinas e regularizações de áreas irregulares. Essas são ações que resultam em mais caixa para a própria empresa. Assim o ciclo vicioso passa a ser virtuoso".


Fonte: Instituto Trata Brasil  


segunda-feira, março 21, 2016 por Unknown

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sexta-feira, março 18, 2016

Uma das maiores bandeiras da sustentabilidade é a expansão de energias renováveis como a proveniente do sol. A energia solar é uma realidade, com tecnologia ao alcance do Estado e, em um país de clima tropical como o Brasil, deveria apostar mais nela. Felizmente exemplos de energia renovável surgem aos poucos por aqui. É o caso da mais nova creche de Florianópolis, Santa Catarina, construída segundo os conceitos da sustentabilidade que funciona a base de energia elétrica gerada por placas solares.

A energia solar da creche Hassis, inaugurada em abril do ano passado, e que atende cerca de 200 crianças, abastece os chuveiros do prédio e produz energia suficiente para economizar até 50% na conta de luz.

Mas isso não é tudo. A creche Hassis foi construída inteiramente para ser considerada a primeira creche sustentável do país. Desde sua concepção, o projeto seguiu as instruções da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida em vários países pela entidade norte-americana U.S. Green Building Council (USGBC). A creche agora aguarda a resposta sobre a certificação, que deve chegar nos próximos meses e merece o título de creche sustentável.

Trata-se de uma construção realizada em um terreno de 12 mil metros quadrados com dez salas de aula, uma sala multiuso, parque, quadra, bosque, horta, cozinha, refeitório e estacionamento, tudo mantido e abastecido com recursos e procedimentos sustentáveis como armazenamento da água da chuva – da própria construção – para reuso, materiais de construção com certificados ambientais, ambientes com ventilação cruzada para proporcionar lugares mais frescos e menos ar-condicionado, controle de vazão nas torneiras, cobertura de vegetação na entrada, estacionamento feito com uma mistura de concreto com cascas de ostras trituradas, restos da cultura do fruto do mar feita em Florianópolis e que seria jogada no lixo, além da já citada energia solar, e muito mais.

Não existe mais como não falar sobre a sustentabilidade. Temos que incorporar uma nova maneira de interagir com o planeta desde a primeira infância, nos enxergando como parte da natureza”, diz Claudia Maidana, professora de educação infantil em Florianópolis há 17 anos.

Para realizar a obra, a prefeitura e a Secretaria de Educação da cidade recorreram a um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do governo federal que ajudou a dar vida ao projeto. O custo total da obra deve chegar a cerca de R$ 4,7 milhões, segundo a prefeitura. Deste total, R$ 4,4 milhões vieram do BID e do governo federal. O banco investiu R$ 1,9 milhão e o Ministério da Educação, R$ 2,5 milhões, sendo R$ 1,8 milhões do FNDE e R$ 695 mil do salário-educação.

Fonte: Eduardo Francisco de Lima/GreenMe.com.br





sexta-feira, março 18, 2016 por Unknown

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quinta-feira, março 17, 2016

Neste ano, o tema escolhido para celebrar a data é Água e Empregos: Investir em Água É Investir em Empregos.

A interagência da Organização das Nações Unidas que cuida da temática de recursos hídricos e saneamento (ONU Água) divulgou em  1º de fevereiro a data de lançamento do relatório sobre o desenvolvimento mundial na temática de recursos hídricos: UN World Water Development Report 2016. A publicação será apresentada em Genebra, Suíça, em 22 de março, Dia Mundial da Água. Neste ano, o tema escolhido para celebrar a data é Água e Empregos: Investir em Água É Investir em Empregos.

Para 2017 e 2018, a ONU Água também já definiu os temas que balizarão os debates em torno da temática dos recursos hídricos. No ano que vem, as discussões serão sobre Água Residual, aquela resultante de algum processo, como o industrial, e que geralmente pode ser reutilizada para fins que demandem menos qualidade (resfriamento de equipamentos, por exemplo). Em 2018, o tema do Dia Mundial da Água será Soluções Naturais para a Água.

Dia Mundial da Água

Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92). Desde então as celebrações ao redor do mundo acontecem a partir de um tema anual, definido pela própria Organização, com o intuito de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos.

Em 2003, o Brasil instituiu seu Dia Nacional da Água, também celebrado anualmente em 22 de março. Entre os temas já escolhidos para a data estão: água e segurança alimentar, águas transfronteiriças, saneamento, água limpa para um mundo saudável, lidando com a escassez de água e água para as cidades: respondendo ao desafio urbano. Saiba mais em: http://aguasdemarco.ana.gov.br/.


Fonte: ANA


quinta-feira, março 17, 2016 por Unknown

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quarta-feira, março 16, 2016

Desenrola-se como um tapete, pode ser facilmente transportado e é capaz de levar energia limpa para as áreas mais remotas do mundo. É o novo painel fotovoltaico Roll-Array, em busca de fundos na plataforma Crowdcube.

Renovagen é o nome da empresa que desenvolveu e patenteou este sistema portátil. Até 10 vezes mais potente do que as soluções existentes, o painel especial é muito fino e é projetado para ser usado em áreas de difícil acesso, como aquelas afetadas por desastres naturais, guerras, epidemias, etc.

Roll-Array pode alimentar um centro médico de 120 leitos eliminando a necessidade de geradores a diesel de grande porte. O "tapete" fornece 100 kW de potência permitindo a criação de verdadeiras centrais elétricas transportáveis. E tudo isso sem produzir um único grama de CO2.

A montagem é muito simples e rápida porque o tapete fotovoltaico já vem equipado com todo o necessário para o seu funcionamento: dos cabos de alimentação aos módulos fotovoltaicos. 

A tecnologia não é apenas de instalação rápida, mas também garante uma redução de custos de combustível e quantidade de emissões para o seu transporte. Os tapetes solares não necessitam de veículos especiais, podem ser transportados por um veículo 4 × 4 ligado a um reboque pequeno e cabe em um container padrão.

De acordo com a Renovagen, um parque solar normal exige 22 horas de instalação, enquanto estes tapetes se desenrolam em apenas 2 minutos. Eles também são equipados com baterias e inverter de forma a garantir energia mesmo nas horas em que o sol não esteja presente.

Fonte: Daia Florios/GreenMe.com.br 



quarta-feira, março 16, 2016 por Unknown

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segunda-feira, março 07, 2016

Um protótipo para geração híbrida de energia elétrica foi lançado nesta sexta-feira (4), na Usina Hidrelétrica de Balbina, localizada no município de Presidente Figueiredo, no Amazonas. O projeto consiste na instalação de placas solares sobre flutuadores, que serão mantidos no reservatório da usina e vão aproveitar toda a infraestrutura já existente para a transmissão da energia gerada.

"É uma operação ganha-ganha. Se eu tenho energia solar, posso administrar o uso da água", avaliou o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante a cerimônia de inauguração do projeto-piloto. É a primeira vez no mundo que é feita a instalação dessas placas em um lago de hidrelétrica. Quando estiver em funcionamento pleno, serão mais de 50 mil metros quadrados com as placas geradoras de eletricidade, equivalente a cinco campos de futebol:

Na próxima semana o MME deve inaugurar projeto semelhante na usina de Sobradinho, na Bahia. O cronograma prevê a geração de até 5 MWp (Megawatt-pico) em cada uma das usinas, o que poderia garantir o abastecimento energético de 9 mil residências.

As entidades que participarão do projeto são Sunlution, WEG, Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da UFPE (FADE), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Fundação de Apoio Rio Solimões (UNISOL) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM). 


Os projetos serão realizados com recursos destinados a ações de Pesquisa & Desenvolvimento pelas empresas, com previsão de investimentos de quase R$ 100 milhões (R$ 49,964 milhões da Eletronorte e R$ 49,942 milhões da Chesf), em ações previstas até janeiro de 2019.

Fonte: Portal Brasil


segunda-feira, março 07, 2016 por Unknown

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